Os hacktivistas Anonymous invadiram o site da Embaixada da Rússia neste dia 18/09/2012, e apagaram todos os arquivos armazenados no servidor.

O Twitter responsável por divulgar a informação é conhecido como “LulzPirate”

Segue o que foi postado logo após o site ter sofrido a invasão:

Hacked: http://www.russianembassy.org.il/ – Couldn’t upload my index but I deleted all the files! FREE PALESTINE!


Os hacktivistas Anonymous invadiram o site da Embaixada da Rússia neste dia 18/09/2012, e apagaram todos os arquivos armazenados no servidor.

O Twitter responsável por divulgar a informação é conhecido como “LulzPirate”

Segue o que foi postado logo após o site ter sofrido a invasão:

Hacked: http://www.russianembassy.org.il/ – Couldn’t upload my index but I deleted all the files! FREE PALESTINE!

Anonymous hacker, comentarista e jornalista Barrett Brown foi preso ao vivo, no meio de um TinyChat. No qual acompanha o vídeo abaixo.

Uma porta-voz da polícia confirmou a prisão e disse que Brown foi levado para a cadeia do condado e então transferido para uma instalação do FBI. No Twitter, o Anonymous afirmou que Barrett está sob custódia do FBI desde a manhã desta quinta (13).

Ainda não há razão oficial para a prisão. Mas ela deve estar relacionada a um vídeo do YouTube que Barrett divulgou, em que ele parece ameaçar um agente do FBI chamado Robert Smith.

No vídeo de 13 minutos, o hacker acusa Smith de por sua mãe sob suspeita de obstrução da justiça devido a um notebook que Barrett tinha tentado esconder das autoridades. O vídeo é intitulado: “Por que eu vou destruir o agente do FBI Robert Smith Parte Três: Vingança dos Lithe”.

Em um ponto no vídeo, Barrett ameaça a vida do agente Smith. “Quando digo que a vida dele acabou, não estou dizendo que vou matá-lo, mas arruinar sua vida”, diz Brown no vídeo.

Em retaliação a #AntiSec, que é o conjunto da Anonymous e LulzSec liberou informações de cartão de crédito de agentes do FBI no total de 13.

VEJA AQUI

Membro do Anonymous Barrett Brown é preso pelo FBI

Posted: Setembro 14, 2012 by HOCKS in Anonymous

Um membro do grupo de hackers Anoymous foi preso por autoridades de Dallas, no Texas, disseram os oficiais nesta quinta-feira. – Ele foi preso na noite passada – disse a porta-voz do xerife do condado de Dallas, Carmen Castro. Ela disse que não sabia o motivo que levou Barrett Brown, de 31 anos, a ser detido pelos agentes locais. Brown foi entregue ao FBI, que não quis comentar.

Uma conta de Twitter do escritório de advocacia da Leiderman Devine, da Califórnia, disse que iria defender Brown em uma audiência no tribunal federal de Dallas na quinta-feira e que ele havia sido detido sob a acusação de “ameaçar um agente federal”. Brown está sob a vigilância da lei nos últimos meses e foi entrevistado pelo FBI em março, quando as autoridades revelaram que Hector Xavier Monsegur era a pessoa por trás de Sabu, líder do Lulz Security, uma ramificação do Anonymous.

O Anonymous e outros grupos de hackers reclamam a autoria de ataques virtuais contra a CIA, a agência britânica contra o crime organizado, a companhia japonesa Sony, sites do governo mexicano e da polícia nacional na Irlanda. Na lista de vítimas está o jornal de Rupert Murdoch “News International”, a Fox Broadcasting e a Sony Pictures.

Brown foi criticado por muitos membros do Anonymous por usar seu nome real e por ter sido citado como um representante do grupo, que se orgulha de ser disperso e sem líderes. Ele ficou conhecido por ameaçar invadir os computadores dos Zetas, cartel do narcotráfico mexicano. Brown não retornou imediatamente pedidos de comentários da Reuters.

Vários sites publicaram o que disseram ser um vídeo de Brown realizando um bate-papo na internet, quando os oficiais chegaram, gritando “coloque as mãos para cima!” – vejas as imagens no Youtube.

Não está claro se a prisão de Brown está relacionada a um vídeo que ele publicou no YouTube na quarta-feira chamado “Por que eu vou destruir o agente do FBI Robert Smith”, em que ele diz: “Estou bastante certo de que eu vou passar um tempo de prisão”. Em um monólogo repleto de obscenidades, Brown diz que pretende “arruinar” a vida de Smith, acrescentando que o FBI ameaçou a sua mãe e divulgou fotos de sua casa.

– A vida de Robert Smith acabou – disse Brown.

Baltasar Garzón pediu que promotor sueco vá a Londres ouvir seu cliente.
Ele diz ter dados que provocarão surpresa ao serem revelados.

O espanhol Baltasar Garzón, advogado de defesa do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, afirmou nesta quinta-feira (23) que tem informações importantes sobre as acusações na Suécia de estupro contra seu cliente que provocarão surpresa quando reveladas.

Garzón, que se reuniu no domingo (19) com Assange para estabelecer uma estratégia legal, disse que a defesa pediu que um promotor sueco viaje a Londres para ouvir o fundador do WikiLeaks.

Ao tomar conhecimento do pedido, a porta-voz da justiça sueca, Helena Ekstrand, afirmou que os magistrados suecos se negam a viajar a Londres para ouvir o fundador di Wikileaks.

“Não há nada novo. Seguimos esperando Assange”, disse.

O australiano, de 41 anos, refugiado na embaixada do Equador em Londres há dois meses, é acusado na Suécia de estupro e agressões sexuais, o que ele nega. O ativista virtual afirma que o pedido de extradição sueco é uma desculpa para que seja enviado aos Estados Unidos, onde seria julgado pela divulgação de milhares de telegramas diplomáticos confidenciais.

Garzón, famoso pela tentativa de levar ao banco dos réus em 1998 o ditador chileno Augusto Pinochet, afirmou que a defesa tem elementos fundamentais sobre as acusações, que provocarão “uma grande surpresa”.

“Não podemos divulgá-las imediatamente, mas pedimos à promotoria que tome um depoimento de Assange”, disse Garzón em Brisbane.

Situação
Com asilo político concedido pelo Equador, mas sem poder deixar a embaixada do país em Londres, o futuro de Julian Assange é incerto, e os temores de uma deportação para a Suécia crescem diante do impasse.

O fundador do site WikiLeaks entrou na embaixada do Equador em Londres no dia 19 de junho, depois de esgotar todas as opções legais contra um pedido de extradição à Suécia, onde é acusado de crimes sexuais, o que ele nega.

A decisão do Equador de conceder asilo diplomático a Assange foi divulgada nesta quinta-feira (16) pelo chanceler do país Ricardo Patiño.

A Grã-Bretanha se disse decepcionada com a decisão equatoriana e ressaltou que ela “não muda nada”. “De acordo com nossa legislação, já que Assange esgotou todas as possibilidades de recurso, as autoridades britânicas estão obrigadas a extraditá-lo para a Suécia”, informou o governo de Londres.

Além disso, a diplomacia britânica destacou que ainda busca uma solução negociada que permita cumprir com as obrigações dentro do tratado de extradição.

O fundador do WikiLeaks, o australiano Julian Assange, afirmou na quinta-feira que prevê deixar a embaixada do Equador em Londres dentro de um ano se a Justiça sueca abandonar o seu caso por alegados delitos sexuais, que nega.

Numa entrevista gravada na embaixada equatoriana e divulgada na quinta-feira pela televisão do Equador Gama e pela cadeia venezuelana Telesur, Assange reiterou que a sua vida corre perigo se for extraditado para os Estados Unidos, onde receia poder ser condenado à morte ou a prisão perpétua devido à divulgação pelo seu portal de milhares de telegramas diplomáticos norte-americanos confidenciais.

Assange está desde junho na embaixada do Equador em Londres e as autoridades britânicas dizem-se obrigadas a extraditar o australiano para a Suécia para responder às acusações de que é alvo.

Julian Assange alerta para o controle de informações pelos governos em entrevista na Embaixada do Equador

Em entrevista concedida ao canal Telesur, exibida na noite desta quinta-feira, o ativista e fundador do WikiLeaks Julian Assange falou sobre a Suécia, sua vida na embaixada equatoriana, o controle de informações e a perseguição que acredita sofrer dos Estados Unidos.

Falando da embaixada do Equador em Londres, onde se refugia desde 19 de junho por acusações de crime sexual na Suécia, Assange afirmou que tenta seguir os métodos formais dos tribunais suecos, mas que o país deixou de ser neutro. “Existem muitas coisas boas a respeito da Suécia, mas as coisas mudaram de maneira muito triste.”

Para ele, a Suécia era um país que antes se orgulhava de sua neutralidade, mas agora se posiciona em mais de 100 comitês da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), com suas forças armadas sob o comando dos EUA no Afeganistão e sendo o provedor número 1 de armas para os Estados Unidos durante a guerra do Iraque. Ela reafirmou, porém, que, se o “terreno for correto”, está disposto a ir à Suécia responder às acusações.

Assange teceu novas críticas contra o controle de informações por parte dos governos e alertou para a vigilância de informações. “Até mesmo os telefones celulares são monitorados para identificar dados e localização geográfica das pessoas. Vamos chegar a um Estado centralizado transnacional, que envolve não só os EUA.”

Perguntado sobre o que pensa das críticas que sofre por parte da imprensa – segundo as quais estaria utilizando o Equador por motivos pessoais, ao passo que Quito estaria explorando-o politicamente -, o ativista garantiu não se sentir usado. “Existe uma mutualidade de valores. Sou qualificado como um perseguido político do governo dos Estados Unidos e seus aliados, e fizemos esforços para apresentar ao Equador provas de que essa perseguição à minha pessoa e ao WikiLeaks existe.”

Julian Assange disse que o impacto do trabalho do WikiLeaks é sensivelmente maior do que sua situação pessoal e que, por isso, não se sente derrotado. Ele espera conseguir deixar a Embaixada do Equador dentro de seis ou 12 meses, e acredita que a resolução será fruto da diplomacia.

Baltasar Garzón diz temer que seu cliente seja enviado aos norte-americanos

Na última quinta-feira, 30, o advogado de Julian Assange disse acreditar que os Estados Unidos mantêm uma investigação sigilosa sobre seu cliente, que está asilado na Embaixada equatoriana em Londres. À agência EFE, o espanhol Baltasar Garzón, que atende o criador do Wikileaks, afirmou que “está claro” que há essa investigação, “que preocupa muito”.

“Julian Assange tem de se apresentar perante à Justiça sueca, e desde o início pretende fazer isso, só que exige uma série de garantias mínimas que evitem sua extradição ou a possibilidade de entrega a um terceiro país, neste caso, os EUA”, comentou o advogado, na Nicarágua, onde foi para se encontrar com o presidente Daniel Ortega.

Até agora, os norte-americanos não se pronunciaram sobre a situação, fato que também preocupa o Equador. Mesmo assim, Garzón pensa que Assange pode ser enviado para lá, onde pode ser tratado como o soldado Bradley Manning, que teria vazado documentos de seu país para o Wikileaks no ano passado.

David Coombs, um dos advogados de Manning, denunciou que seu cliente está preso em uma cela de 1m x 2m, onde dorme nu sob vigilância constante, e que só tem 20 minutos por dia para ficar ao ar livre.

O advogado espanhol disse que, se Assange for mandado aos EUA, eles o acusarão por “uma ação que não tem como motivo uma atividade delitiva, mas o exercício da profissão e da liberdade de expressão, no sentido de ter publicado uma série de documentos que afetam um país ou que afetam determinadas instituições”.

Os hacktivistas do Anonymous querem incitar uma série de protestos ao redor do globo contra o programa de monitoramento governamental TrapWire, criado por ex-agentes de órgãos como CIA e Pentágono e recentemente exposto em vazamentos do Wikileaks. O TrapWire, criado pela empresa Abraxas, estaria usando câmeras de rua, equipadas com um software de reconhecimento facial, para colher dados privados de habitantes de cidades nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. O objetivo seria criar uma ferramenta ‘contra-terrorista’, que por meio da análise comportamental de indivíduos e grupos poderia prever ataques inimigos e identificar rapidamente os autores.

O projeto não era secreto, mas tinha sido pouco divulgado na imprensa até que apareceu novamente citado em uma troca de e-mails do presidente da firma de segurança global Stratfor, Fred Burton, divulgados pelo Wikileaks. Os dados totalizam 200 gigabytes e foram roubados pelo próprio Anonymous no final do ano passado, na chamada operação AntiSec, que invadiu servidores governamentais em todo o mundo.

As informações colhidas nos pontos de monitoramento do TrapWire – nas cidades de Nova York, Washington D.C, Seattle, Los Angeles, Londres e Ottawa – seriam enviadas em tempo quase real para uma central, que criptografava o seu conteúdo e agregava as descobertas aos arquivos de órgãos governamentais de defesa. Tudo isso sem avisar os cidadãos norte-americanos, canadenses e britânicos, que em sua maioria não sabiam que faziam parte de uma grande teia global de inteligência.

Para entender melhor, veja o vídeo produzido pelo Anonymous:

TeamGhostShell uma equipe ligada ao grupo ativista Anonymous, está afirmando que eles têm invadido algumas grandes instituições americanas, incluindo grandes instituições bancárias, contas de políticos e publicou os dados online.

As lixeiras que compreendem de milhões de contas foi solta na web pelo coletivo de hackers. A motivação por trás do hack, o grupo afirma, é protestar contra os bancos, os políticos e os hackers que foram capturados por agências de aplicação da lei.


O grupo justifica a sua operação, o Projeto HellFire, como uma “forma final de protesto neste verão contra os bancos, políticos e de todos os hackers caído este ano”.

Hacker também anunciou os dados públicos sobre esta fase é apenas o começo, o grupo continuará a coordenar com hacker Anonymous organizações furiosa mais poderoso do mundo para mais dois planejado ainda este ano.

De acordo com informações iniciais, os dados podem ter sido roubados das organizações como Serviços de CEI (não relacionado com a Agência Central de Inteligência EUA), Grupo Garret, da Marinha tailandesa, Consultoria de Triagem, fundo de investimento Lion Capital e Comércio Bank of Wyoming, Chesley Consulting.

Ligação  —  Posted: Agosto 28, 2012 by HOCKS in News